28.10.08

A derrota dos que não foram



O resultado do segundo turno das eleições no Rio pode ter sido influenciado, diretamente, por alguns motivos que os políticos não se atentaram, inclusive o Lula, que prorrogou o feriado do sevido público da terça (28) para segunda (27) e criou um feriadão que tinha tudo pra dar praia - como deu! Foram cerca de 930 mil pessoas que deixaram de votar na capital carioca, a diferença de votos entre Paes e Gabeira foi cerca de 6% das abstenções. Na certa, os eleitores de Gabeira acharam que a vitória estava garantida e foram comemorar na praia...

(imagem meramente ilustrativa - não encontrei a foto das praias carocas deste fim de semana)

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Depois do bambu, Silvio Santos recebe essa. Essa menina é demais, sou fã.
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26.10.08

Alerta vermelho para o curso de jornalismo da Uesb

O site Comunique-se publicou esta semana que o Ministério da Educação vai criar uma comissão para definir diretrizes básicas do curso de graduação em jornalismo. O objetivo é assegurar a qualidade da formação dos jornalistas, profissão considerada pelo ministro como central para o sistema democrático.

Do texto, destaques para alguns tópicos em que encontro relação com o nosso curso de jornalismo na Uesb.

“A última atualização curricular do curso de jornalismo foi feita há dez anos”: também, há dez anos, nasceu o curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo na Uesb, ou seja, o curso foi construído com base no currículo que foi substituído pelo atual. E mais: é justamente agora, quando o MEC já reconhece a necessidade de uma nova base curricular, que o curso da Uesb está encaminhando sua primeira reforma curricular, para se “atualizar”.

A reforma curricular do curso sempre foi reivindicação estudantil, desde a primeira gestão de Centro Acadêmico, em 99. E sai agora, em 2008, porque o Conselho Estadual de Educação exigiu a readequação curricular quando reconheceu o curso, em 2004. E a exigência tinha o prazo de quatro anos para acontecer.

“As novas diretrizes servirão de base para a autorização e reconhecimento de novos cursos e para o controle da qualidade dos que já existem, permitindo, inclusive, o fechamento dos que não estiverem adequados”: o curso – não só os estudantes – da Uesb vai precisar se mobilizar, pois, antes mesmo dessa atitude do MEC, já se reconhece necessária uma nova reforma e se demorar mais 10 anos... adeus!

“80% dos cursos de jornalismo em funcionamento no País são de baixa qualidade”.

“Se o Supremo decidir pela manutenção da obrigação do diploma, os cursos têm que melhorar. Se derrubar, eles têm que melhorar muito”.


Com as discussões sobre a obrigatoriedade do diploma, sobre Conselho de Jornalismo e agora sobre novas diretrizes, o curso terá que rever seu posicionamento, pois, se for esperar por mais dez anos para se atualizar, inclusive, às novas tecnologias, e discutir esses temas, que por vezes se tornam polêmicos, continuará ultrapassado. Dessa forma, o curso de jornalismo da Uesb perderá (em breve) sua principal utilidade, conceder diplomas, já que os diplomas podem não ser obrigatórios ou perder a validade, se o curso for condenado. Ainda bem (?) que minha formatura é a próxima.

Confira matéria do Comunique-se.
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19.10.08

A polícia e a mídia


Quem é o culpado pelo desfecho que teve o seqüestro em Santo André? Essa é uma das perguntas que a mídia tem buscado responder. O interessante é que ela nunca aparece nas possíveis respostas.

Podemos recordar do caso do ônibus 174, em que a mídia caiu em cima como urubu cai na carniça. E nos recordamos do desfecho. O caso da garota Eloá Cristina foi apenas mais um desses casos em que os meios de comunicação exploram até o limite.

A exploração do fato é exaustiva não só para as centenas de repórteres, cinegrafistas e fotógrafos que acampam o acontecimento no local, mas, principalmente, para quem reconhece sensacionalismo e terror no conteúdo das coberturas, chamadas de jornalísticas.

Alugam casas em busca do melhor ângulo, fazem interpretações que nem a polícia faz, buscam todos os tipos de soluções, publicam as mais diversas informações sobre as pessoas envolvidas e suas família. E justificam: "estamos fazendo nosso trabalho".
É isso que eu não concordo. Essa liberdade da imprensa que citei no post anterior, legitimada pela ausência de leis regulamentadoras, ultrapassa os limites do bom senso e da ética. Ainda não há entendimento da liberdade dentro da democracia; liberdade não é livre arbítrio, é preciso respeitar as leis, o espaço e a vida do outro.

Quando foi divulgado que um rapaz de 22 anos estava fazendo refém sua ex-namorada, de 15 anos, a mídia começou a armar a barraca. E a polícia, o que fez? Aqui sim, era preciso cercear a liberdade da imprensa para preservar a vida dos envolvidos. Mas, não. Armaram as barracas e o circo.

A polícia permitiu o Lindemberg Fernandes acompanhar tudo que acontecia fora do apartamento. Certamente, o jovem não teria mantido o seqüestro por tanto tempo se não tivesse cobertura de 24h na RecordNews, se a Globo não tivesse se mobilizado tanto como fez e se a polícia tivesse restringido o acesso à área. Ao que parece, não só o garoto estava aproveitando do “jornalismo”, como a polícia também.

O lamentável é que esta não foi a primeira vez em que a polícia e a mídia erraram de uma forma tão absurda que, agora, buscam outros culpados. E, pior, nem será a última.
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Polêmicas da Lei de Imprensa


Um entulho da ditadura, essa é a classificação para a Lei de Imprensa da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que encaminhou, no último dia sete, à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ) um projeto que revoga a lei promulgada por Castelo Branco em 1967.

Já com alguns dos seus artigos revogados, a Lei de Imprensa que vigora ainda hoje é a de 40 anos atrás, quando o contexto e a realidade do Brasil e, principalmente, da imprensa, era outra. Por não ser obedecida ou aplicada, a Lei de 67 legitimou uma imprensa livre, a liberdade é tanta que preceitos éticos e morais (tanto dos meios quanto da sociedade) são, volta e meia, quebrados, refeitos, desrespeitados, ignorados...

Na prática, os apegos que limitam a imprensa são as relações políticas, econômicas e comerciais que existem dentro do campo jornalístico e que cada meio se submete para então definir sua linha editorial e de atuação, suas ideologias e posturas perante o público.

O projeto encaminhado pela senadora extingue totalmente a Lei de Imprensa e propõe somente indenizações e penas a jornalistas e aos meios de comunicação. Uma das preocupações da petista é sobre a divulgação de material confidencial, só podendo ser divulgado se a justiça tiver autorizado a sua obtenção e se não for segredo de justiça. Tal preocupação me lembra o recente caso da Operação Satiagraha.

“A imprensa precisa ser absolutamente livre e transparente, mas tem que responder pelo que faz”, diz Serys. A senadora está corretíssima, mas seu projeto não se aplica nesse caso, afinal ela mesma garante que “todos são livres para expressar, por qualquer meio de comunicação e assegurado o sigilo de fonte, quaisquer informações, idéias, pensamentos, críticas e opiniões, sem espécie alguma de censura prévia no âmbito administrativo”. Mas, também propõe um conceito vazio, aberto a várias interpretações quando diz que todos devem responder por excesso ou abuso dessa liberdade. Ou seja, a senadora propõe uma liberdade cerceada e indefinida.

O projeto da senadora foi criticado pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI), pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) e pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).
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14.10.08

Só se vê na Bahia...



Quarto vereador (?) mais bem votado em Salvador, com 12.861 votos, Léo Kret do Brasil já polemiza antes de assumir o cargo. Ele disse que se recusa a vestir-se como homem e freqüentar o sanitário masculino da Câmara. “Eu sou feminina, é assim que o povo me elegeu”, justificou em reportagem ao A Tarde. Pra quem não o conhece, o travesti é dançarino da banda de pagode Saiddy Bamba.
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Eleições 2008: o que vale a pena


Desde o dia 6 de outubro, estou me sentindo na obrigação de comentar aqui no blog o resultado das eleições em Vitória da Conquista. Mas, o que comentar? A vitória do deputado Guilherme Menezes já era tão esperada, que quase não encontro relevância. A renovação na Câmara, sim. A derrocada do PMDB, sim. Néu do Gás, sim! Zé da Paz na frente de Adão (no bom sentido...), SIMMMM!

No post de 29 de junho (Bela Oposição), eu já havia adiantado que o deputado não teria dificuldades em vencer. Não foi nenhuma cigana ou bola de cristal, muito menos intuição, era óbvio que os iniciantes Herzem Gusmão e Esmeraldino Correia não conseguiriam ameaçar o petista, tanto que eu não fui o único a cantar a pedra.

Guilherme Menezes se reelegeu prefeito com 56% dos votos válidos (79.725). Terá seu terceiro mandato como prefeito da cidade, após ocupar por duas vezes uma cadeira de deputado federal pelo PT. E, mesmo existindo muito a se fazer por Conquista, Menezes, com o PT, é um dos políticos baianos que mais trabalhou pela cidade. Enquanto que os demais candidatos...

Mesmo assim, o radialista Herzem Gusmão conseguiu convencer muita gente: teve 43.159 votos, cerca de 30%. Enquanto que Esmeraldino Correia, que reunia em torno do seu nome as principais lideranças da oposição, ficou com 19.015 votos, um pouco mais de 13%.

Com esse resultado, a oposição daqui se demonstra desorganizada. E as provas são tão óbvias quanto a vitória de Guilherme já antecipada. Podemos começar pela quantidade de votos que Esmeraldino teve. Ele tinha ao seu lado o PMDB de Geddel, o Democratas de Paulo Souto, ACM Neto e Clóvis Ferraz e o PR de César Borges e Coriolano Sales. Sem falar nos vereadores que esses partidos reúnem. Mas, eles acabaram vítimas da própria desorganização.

A Câmara de vereadores teve uma expressiva renovação. Dos 14 atuais, oito não continuam como vereador a partir de 2009. Desses, cinco são da bancada de oposição: Irma Lemos e Zé William do Dem, Eduardo Mesquita do PHS, Edvaldo Ferreira e Gentil do PMDB. O PT saiu fortalecido nessa, fez cinco vereadores e tem mais quatro da sua base.

Outro detalhe: se a oposição tivesse conseguido os mais de 200 mil eleitores, como tentou através de uma mobilização fracassada, ainda assim não teríamos, com esse resultado, um segundo turno, pois a votação de Guilherme foi superior a 50% dos votos válidos.

O PMDB, partido que mais elegeu prefeitos e vereadores na Bahia, perdeu suas duas cadeiras. Ficou a imagem de partido pequeno e, claro, desorganizado. E acaba sendo, afinal estava na oposição ao PT. Será que é ser oposição ao PT que os fazem desorganizados? É hora de auto-avaliação! Não digo isso pelo fim da oposição, pelo contrário, gostaria de ver uma oposição forte que enfrentasse o governo, fiscalizasse de fato e cobrasse muito. Mas, ao que parece...

Agora com 15 cadeiras, a Câmara terá novos nomes. Entre eles está Emanoel Hora Moura, que ficou com a única vaga do PSB, hoje ocupada por Ataíde Macedo. Conhecido como Néu do Gás, o novo vereador é comerciante e teve 1.966 votos. Muitos criticam quando vêem um homem do povo chegar a um cargo político. Justificam pela falta de um diploma e de experiência, pelo comportamento simples e pelas palavras mal aplicadas.

Ora, a eleição de Néu do Gás deve ser bem vista. Não temos como julgar sua atuação nesse momento. Mas, os meus bons olhos são pelo fato de existir na Câmara uma pessoa que vive em um dos bairros menos privilegiado pelas autoridades políticas. O Guarani, principalmente, terá agora um representante direto e a Câmara se tornará menos elitista.

E, para finalizar, merece comentário a derrota do Professor Adão, do PV, que em 2004 foi um dos mais bem votados. Se candidatou a deputado estadual e, mesmo não eleito, teve uma boa votação. Mas, em 2008, a mesa virou. A vaga do PV ficou com o estreante Beto Gonçalves e o candidato Zé da Paz, aquele do SIMMMM!, conseguiu mais votos que Adão.

A saída do vereador tem claras explicações: ele foi eleito com o nome de Professor Adão, e nada fez pelos professores; ele é assumidamente homossexual, e nada fez pela causa gay; ele é do Partido Verde, que de verde não tem nada; ele deixou muitas das salas de aula e dos cursinhos onde construiu seu curral eleitoral para poder cumprir suas obrigações como legislador e abandonou sua base principal. Adão foi como os cantores de apenas um sucesso. Passou, e agora o povo esquece.
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9.10.08

O novo coronel da Bahia


O resultado das eleições municipais desse ano pode apontar o que irá acontecer nas eleições de 2010, quando governadores, deputados, senadores e presidente serão eleitos (ou reeleitos). Os números do último dia 5 me preocupa, pois na Bahia, um nova figura desponta como novo coronel.

Com a ausência de ACM, o Neto não decolou. Nem pela prefeitura de Salvador o garoto passou perto. O segundo turno na capital ficou entre os candidatos do PMDB e PT. Alguns candidatos do partido do presidente surpreenderam, conseguindo vencer velhas oligarquias, como em Itapetinga, no Sudoeste do estado.

O PT elegeu, nas eleições de 2004 - quando Lula já era presidente (mas o governo era do antigo PFL), 19 prefeitos. Quatro anos depois, tendo ainda Lula presidente e agora Jaques Wagner governador, foram 66 prefeitos petistas eleitos.

Mas a figura que desponta no cenário estadual não é o governador Wagner, muito menos um petista. Lógico que o fato do governo estadual estar aliado ao federal contribuiu para esse número de prefeitos do PT. Porém, a figura que demonstra expressividade com os resultados das eleições é o Ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, do PMDB.

Pelas cidades, o partido do ministro abusou da aliança no âmbito federal para garantir aos eleitores a ajuda dos governos petistas. Geddel era a figura que demonstrava a "aliança". O nome, quando não a imagem, de Lula sempre eram envocados pelos pemedebistas, com vista na surpreendente popularidade do presidente.

Geddel não perdeu tempo e saiu fazendo campanha pelo interior. Os resultados apontam o substituto de ACM. Foram 113 prefeitos eleitos pelo PMDB, das 415 cidades baianas.

O partido substitui o Democratas (que sempre se configurava, quando era PFL, como maior dono das prefeituras). Em 2000, o PMDB fez 32 prefeituras; em 2004, 20. O PFL, 125 e 153, respectivamente. Mas esse ano ocupa o terceiro lugar, logo após o PT, pois caiu para 44 prefeitos.

A influência do Geddel é tanta que o presidente Lula se encrecou com a utilização da sua imagem em cidades onde o PT e o PMDB disputavam a eleição. Em Salvador já se fala que o presidente não vai fazer campanha para o segundo turno.

Os baianos viram com ACM que a máquina pública quando "bem" utilizada sustenta mesmo o poder, mas não suspeitava que ele tinha feito escola. Jaques Wagner que se cuide!
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2.10.08

Aos fumantes com carinho


Câncer de pulmão, doenças cardíacas, câncer de mama, deficiências auditivas, complicações da diabetes, câncer de cólon, asma, predisposição ao fumo, leucemia, contusões em atividades físicas, redução da capacidade de memorizar, depressão, suicídio, derrame cerebral, ataque cardíaco, doenças pulmonares crônicas, distúrbios circulares, úlceras pépticas, infertilidade, bebês abaixo do peso, osteoporose, infecções dos ouvidos e câncer da boca, laringe, gargantas, esôfago, pâncreas, estômago, intestino delgado, bexiga, rins e colo do útero.

Esta seleção é uma homenagem aos fumantes de todos os tipos de cigarro que fizeram do show d'O Rappa em Ilheus, no último dia 27, o show mais esfumaçado (e não foi por causa do gelo seco...) que eu já vi e, infelizmente, senti.

A lista são algumas das complicaçõeszinhas comprovadas que podem ser causadas ou agravadas pelo cigarro.

Se você é fumante... quer um motivo para rir? Assista ao vídeo abaixo, mas coloca a mão na boca, tá? Não tô afim de ver seus dentes amarelados pela nicotina.

Sugestão: O Rappa poderia fazer um show para não fumantes qualquer dia desses, pois eu não sabia que aquele era só para fumantes.

Que tudo se exploda!


O Ibovespa fechou em baixa de 7,34 por cento, a 46.145 pontos, depois de os negócios chegarem à beira da interrupção (circuit breaker) quando o índice beliscou os 10 por cento de queda. Eu quero é mais!

Foto da Agência Estado
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Vai começar a Mostra




Abertura será com o filme Os Desafinados, na terça (07/10), às 20h, no Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima





Um dos poucos e bons eventos culturais da cidade é a Mostra Cinema Conquista que chega à sua quarta edição. O melhor da Mostra é que ela conseguiu, a muito custo, garantir seu espaço e se consolidar a nível nacional. Sempre bem organizado, o evento não perde para os realizados em capitais, aliás, são poucas as capitais que tem a ousadia de Conquista. A ousadia é tanta que desde o ano passado a Mostra se fechou para produções nacionais como forma de valorização da nossa sétima arte, a limitação pode até ser um problema para montar a programação, mas no fim das contas, fica a cara de Brasil na Mostra. Nosso país já é um bom produtor de filmes, uma pena que a Bahia ainda não está no mesmo patamar de Rio e SP, tanto que nessa edição não temos um longa baiano.

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Mostra Cinema Conquista evidencia a crescente produção brasileira


Longas, curtas e vídeos. A quarta edição da Mostra Cinema Conquista vai presentear o público com 50 das mais recentes produções nacionais. Este ano, o evento traz para Vitória da Conquista uma mostra da diversidade que tem marcado a crescente produção audiovisual do país.


"Os Desafinados", de Walter Lima Jr., é o longa-metragem que vai abrir o evento, no dia 7 de outubro, às 20 horas. Mais 12 longas fazem parte da programação, entre eles os de ficção "Mutum", de Sandra Kogut, "Estômago", de Marcos Jorge, "Pequenas Histórias", de Helvécio Ratton, "Nossa vida não cabe num opala", de Reinaldo Pinheiro, “A Casa de Alice”, de Chico Teixeira, “O Grão”, de Petrus Cariry, “A Via Láctea”, de Lina Chamie, e “Garoto Cósmico”, de Alê Abreu. Para os amantes do gênero documentário: "Pan-Cinema Permanente", de Carlos Nader, "Waldick, Sempre No Meu Coração", de Patrícia Pillar, "Santiago", de João Moreira Salles, e "Crítico", de Kleber Mendonça Filho.


Antes dos longas, serão sempre exibidos curtas-metragens. Ao todo, são 25, entre os gêneros de ficção, documentário, animação e experimental, vindos de diversos lugares do país. É uma oportunidade de o público conhecer essas produções, que encontram nas mostras e festivais uma possibilidade de difusão. E os vídeos baianos, incluindo conquistenses, também estão com espaço garantido na mostra.


Exceto a sessão de abertura no dia 7, as exibições serão de 8 a 11 de outubro, no Centro de Cultura (vídeos às 10 horas, curtas e longas às 15 e às 20 horas); na Cine Tenda Brasil, localizada na Praça Nossa Senhora dos Verdes, Bairro Brasil (com exibições de curtas e longas sempre às 19 horas); e no Cine-Cidadão, em praças dos bairros Urbis VI, Alto Maron, Patagônia e Guarani (também com curtas e longas, às 19 horas).


Mais informações, confira no site www.mostracinemaconquista.com.br

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